MusicDoctor

Medicina através da arte

INTRODUÇÃO

Através de algumas pesquisas e dados sobre os últimos anos, vi que comparado as outras pessoas, o público que mais sofre com problemas de ansiedade, depressão e problemas neurais como o autismo são os crianças e jovens/adultos de 8 – 30 anos, então fui em busca de tentar achar alguma forma mais “inovadora” de ajudar estas pessoas, de uma maneira não tão invasiva quanto o uso remédios e mais acessível a população. Com estudos descobri um possível método de tratamento através da música, que não é algo novo, mas pouco conhecido que começou a ganhar respeito e público profissional a pouco tempo. Aparentando ser bem positivo ao paciente se tratando do tratamento de doenças como o autismo, tentei buscar através de pesquisas, seu auxílio para o tratamento de ansiedade, estresse etc. Então criei o MusicDoctor, que seria um portal web que divulgaria a “Musicoterapia”, nome dado a esse método, possuindo o objetivo de divulgar profissionais da área, tanto locais quanto de forma online, e criar um local de fácil acesso aos indivíduos com qualquer problema tanto neural quanto emocional, além trazer auxílio para o musicoterapeuta em suas sessões, tanto na preparação quanto execução de certas atividades.

Inicialmente, musicoterapia é na maior parte dos casos utilizada para o tratamento de doenças mentais e cognitivas como por exemplo o alzheimer e o autismo que são muito bem trabalhados e os exercícios trabalhados nas sessões apresentam uma alta efetividade nestes casos. Considerei então a possibilidade de isto ser utilizado para as questões mais emocionais, pois o estudo sobre isso não é nulo e a musicoterapia demonstra ser eficaz tendo até musicoterapeutas que se especializaram no tratamento emocional.

TEMA

O tema de meu trabalho é como ajudar jovens adultos com uma faixa etária de 18 – 30 anos com problemas de ansiedade, depressão e autismo através da musicoterapia. Este tema se encaixa na área de projeto de vida, biologia e técnico.

PROBLEMA

Como podemos ajudar tanto crianças como jovens/adultos a resolver problemas de estresse, ansiedade e a tratar o autismo através da musicoterapia, de forma a reabilitá-los para o meio social ou de trabalho?

JUSTIFICATIVA

Em questão dos problemas recentes causados pelas enchentes ocorridas na região do RS, o que ainda está afetando regiões, como o caso de Porto Alegre que sofreu muito com as chuvas, além de se tratar de um problema que ocorrerá novamente mais de uma vez. Muitas pessoas que perderam tudo, tanto familiares quanto bens móveis tiveram seu mental afetado, que provavelmente estão sofrendo de traumas além de outros problemas como questões de pobrezas, o que torna a necessidade de procurarem ajuda médica para tratamento mental essencial.

Um exemplo é a depressão que, de acordo com um resumo científico divulgado nesta quarta-feira (2) pela Organização Mundial da Saúde (OMS), foi apresentado que a prevalência global de ansiedade e depressão aumentou em 25% durante o primeiro ano de pandemia. Preocupações com possíveis aumentos dessas condições já levaram 90% dos países pesquisados a incluir saúde mental e apoio psicossocial em seus planos de resposta à COVID-19, mas permanecem grandes lacunas e preocupações. Tanto que muitas pessoas acreditam que a depressão seja somente uma bobagem, mas que é algo muito sério que faz com que nos tratemos de forma extremamente ruim, como se alimentando pouco, não fazendo exercícios, entre outras coisas. E, para tratá-la, temos a terapia, que é um método de tratar da ansiedade, depressão, estrese, luto, entre outras coisas.

Desta forma fui atrás de uma maneira que demonstrasse ser útil para o tratamento destes mesmos sintomas mentais e emocionais de forma que se parecesse interessante para a minha pessoa para que não houvesse trocas ou desistências quanto ao assunto. Assim, por conta do meu gosto por música, acabei achando a musicoterapia, que é a prática da música em um contexto clínico de tratamento, reabilitação ou de preservação de saúde e bem-estar. Também há muitos outros estudos sobre o efeito da música na medicina, principalmente para o tratamento de pessoas autistas e sua reabilitação para o meio social, que após ver o quanto que a musicoterapia pode ajudar essas pessoas, achei interessante incluir como um outro objetivo para meu projeto. Tal método, também apresentou utilidade para ajudar em procedimentos hospitalares, por exemplo, com a utilização de músicas clássicas com efeito relaxante para a redução da dor física nas pessoas em cirurgias ou em momentos pós-cirúrgicos.

A complexidade de como o nosso cérebro funciona, como o nosso emocional funciona, eu acho bem interessante, e queria tentar entender mais, tanto que se eu entender mais, posso tentar fazer algo que ajude tanto os jovens, quanto pessoas já no início de sua fase adulta. Um motivo que tem bastante influência nisso é a meu interesse que possuo nas práticas relacionadas ao nosso cérebro e em assuntos que se relacionam de alguma forma a psicologia.

OBJETIVOS

Geral

  • Mostrar as pessoas a capacidade da música, saber mais sobre essa mistura de arte com medicina, e inspirar pessoas que estão passando por problemas a procurar a musicoterapia.
  • Específico

  • Pesquisar sobre a musicoterapia e sua aplicação na medicina;
  • Entender os impactos da musicoterapia na vida das pessoas;
  • Divulgar sobre a musicoterapia e musicoterapeutas de forma virtual para pessoas afetadas;
  • Tornar a medicina mais aberta para a população.
  • METODOLOGIA

    Eu primeiramente para chegar em um tema para esse projeto, fui atrás de um assunto relacionado a meus gostos pessoais, assim, cheguei na musicoterapia. Dessa forma, comecei a pesquisar mais sobre o assunto, tendo primeiramente a ideia de realizar pesquisas somente sobre jovens com problemas emocionais e como meu projeto poderia auxiliá-los, mas que conforme as pesquisas ocorriam, percebi que seria de maior auxílio buscar ajudar pessoas que sofrem de autismo e como a musicoterapia poderia ajudar essas pessoas a integrarem no meio social novamente, ainda assim, um pouco do trabalho ainda possui foco em ajudar pessoas com alguma questão emocional. Desse modo, foquei em ler sites e vídeos que mostram e explicam como essa terapia pode ajudar essas pessoas, um exemplo disso é o site da UBAM e o vídeo entrevistando uma musicoterapeuta sobre o funcionamento das sessões de musicoterapia e seus resultados nos pacientes, além de alguns artigos focados no efeito da música na saúde e sua relação à psicologia.

    Criação de um formulário para público GERAL

    Serve para que eu tenha noção do conhecimento sobre uma boa parte da população geral de SCS e ter uma ideia de em qual idade os problemas de ansiedade, depressão ou a presença de transtornos mentais se encontram mais presentes, além de saber melhor sobre como essas questões as afetam. Além de no final ter ideias de como tornar meu site ainda mais efetivo. Meu formulário apresenta como objetivo compreender melhor meu público e se eu devo apresentar informações sobre a musicoterapia no meu site do projeto de forma mais resumida ou bem detalhada, além de ele mesmo auxiliar musicoterapeutas no preparo de suas sessões através de uma seção do forms somente às pessoas interessadas em participar de sessões de musicoterapia. As perguntas foram verificadas por um profissional de saúde na área da musicoterapia sobre o que deve ser modificado

    Criação de um SITE de musicoterapia.

    O principal objetivo dessa PWA é divulgar a prática da “Musicoterapia” e explicá-la ao usuário, além de auxiliar na divulgação de profissionais da área, tanto locais quanto de fora da cidade, e criar um local de fácil acesso aos indivíduos com qualquer problema relacionado tanto a transtornos mentais, como o autismo, quanto emocionais, como a ansiedade, além de trazer auxílio para os musicoterapeutas em suas sessões, tanto na preparação quanto execução de certas atividades. O site terá uma página com um formulário com perguntas, funcionando como uma anamnese para que os musicoterapeutas possuam uma ideia do que o paciente que eles vão atender possui ou já realizou de terapias ou tratamentos medicinais. Além disso, terá uma espécie de bloco de notas em que a pessoa pode escrever sobre o seu dia e ninguém terá acesso a essas anotações, além do musicoterapeuta que não poderá escrever ou alterar os dados anotados.

    O site será criado utilizando linguagem HTML, CSS, JAVASCRIPT, através do Visual Studio Code. Nele terá uma página de login com que o usuário possa se cadastrar e assim poder interagir com o site e contatar musicoterapeutas, que terão uma página somente com o contato de 3 profissionais da área de Santa Cruz do Sul, para que assim, possam ser contatados. Além disso, terá na página inicial dessa PWA, um resumo explicando sobre do que se trata meu projeto, em outra página, terá um texto que explica melhor o que é musicoterapia e como ela ajuda as pessoas, depois a página de contato como foi descrita anteriormente e, por último, uma página com um formulário importado do google forms que terão perguntas sobre musicoterapia em geral além de ter uma pergunta específica que abre espaço para o público apontar possíveis melhoras no site, além de que se for marcado sim na alternativa que questiona se o respondente gostaria de participar de uma sessão de musicoterapia, ele será redirecionado a um outro formulário que serve como uma espécie de “Anamnese”, que auxiliaria bastante musicoterapeutas para produzirem/organizarem a sessão para o suposto paciente.

    !!VISUALIZE MINHA APLICAÇÃO AQUI!!

    REFERÊNCIAL TEÓRICO

    Abordagem psicológicas que contribuem para a musicoterapia:

    De maneira a buscar compreender melhor a utilização da musicoterapia, foi pesquisado como distintas abordagens psicológicas contribuem para ela, buscando compreender também quais são as fundamentações da utilização da música enquanto recurso terapêutico com fins curativos e profiláticos. Para isso, utilizou-se na análise três abordagens psicológicas - a Biomédica, a Humanista e a Transpessoal - dentro das quais se procurou relatar as explicações dadas para a efetividade e a potencialidade do trabalho terapêutico com a música:

    Conclui-se que o agrupamento das diferentes vertentes sob a mesma denominação de musicoterapia justifica-se apenas por uma referência comum à música.

    De acordo com Maldonado (2007), a Musicoterapia tem como pressuposto uma compreensão global do ser humano, envolvendo as suas ações, relações e interpretações sobre as coisas, situações, relações interpessoais e as dificuldades físicas e emocionais que estão envolvidas nestes processos. Já para Benenzon (1988), um reconhecido teórico da área, Musicoterapia é o ramo da ciência que estuda aquilo que ele denomina "complexo som-ser humano-som" (p.11). Neste complexo, o som pode ser musical ou não, assim como os métodos terapêuticos e os elementos diagnósticos que lhe são inerentes. Como prática, a musicoterapia seria uma disciplina paramédica que utiliza o som, a música e o movimento para abrir canais de comunicação visando à produção de efeitos terapêuticos, profiláticos e de reabilitação no paciente e na sociedade.

    Musicoterapia no autismo:

    A música é processada em várias regiões do cérebro e favorece a organização mental e o desenvolvimento neurológico. O ritmo, sendo um tempo ordenado, um processo temporal, ativa várias redes neurais, envolvendo o córtex motor pré-frontal, o cerebelo e outras áreas. O sistema de memória pode ser estimulado pelas memórias associativas de uma canção específica ou estruturas harmônicas que induzem respostas diversas. Estudos sobre a percepção musical apontam que a afinação é processada nos lóbulos temporais da direita, a mesma área que governa a prosódia da fala.

    Indivíduos com autismo podem apresentar desordem no processamento sensorial, causando hiposensibilidade ou hipersensibilidade auditiva. Na hipo, parecem não escutar, não respondem quando chamados, embora os exames auditivos estejam normais, reagindo somente a ruídos fortes e música muito alta; na hiper, sentem desconforto auditivo, tencionam o corpo ou tapam as orelhas com falas mais alta ou ruídos inesperados, podendo apresentar irritação, reação de susto, aumento dos batimentos cardíacos, choro, por barulhos que normalmente não deveriam desencadear essas reações. Pode-se colocar essas condições como objetivos a serem trabalhados na musicoterapia, ajudando a ‘escutar’, focar, distinguir a fonte do som e estar atento ao universo sonoro, ou dessensibilizar a intolerância auditiva.

    Estudos de neurociência revelam que as habilidades musicais estão preservadas na maioria dos indivíduos com autismo. Os neurônios-espelho, associados aos processos de atenção compartilhada, imitação, espelhar gestos e expressões faciais, não funcionam adequadamente nas pessoas com autismo, mas funcionam normalmente no que se refere ao processamento musical, o que permite estimular áreas prejudicadas através dos estímulos musicais. Indivíduos com autismo têm maior facilidade para expressar e compreender a comunicação não verbal através da música, devido a ativação dos neurônios-espelho por estímulos musicais.

    Como é feito uma sessão de musicoterapia:

    A musicoterapia dura bastante tempo, tendo pessoas que começam a realizá-la desde os 4 anos até os 15 anos, mas podendo variar até para mais tempo, para que possa ser estimulado de todas as formas o paciente de forma a ajudar ele da melhor maneira possível, para que ele possa ser reintegrado à sociedade sem apresentar sérios problemas. As sessões são sempre no mesmo horário e dia da semana com uma média de 1h de duração, para que gere conforto ao paciente, principalmente se ele for uma pessoa com autismo ou algum outro transtorno mental, sendo essas pessoas as que geralmente procurar por ajuda de um musicoterapeuta para que seja desenvolvido essa parte mais cognitiva ou social do cérebro, mas podendo ajudar também pessoas com depressão ou crises de ansiedade. Assim, é realizado durante as sessões, o aprendizado da música com o instrumento e músicas de acordo com o gosto do paciente e da sua facilidade, como ukulele, bateria e teclado, mas tem exemplos, como apresentado durante a entrevista com o musicoterapeuta local de SCS, Eduardo Rodrigues, uma garota não gostava que o ele utilizasse do violino por causa do timbre mais agudo que machucava seus ouvidos. A utilização dos instrumentos e do canto, estimula a linguagem intraverbal por meio de simular uma conversa indireta, cantar uma parte da música de forma a completar a letra, estimula exatamente a parte do cérebro responsável pela comunicação. Também tem a parte da comunicação entre o terapeuta e o cliente para que o profissional saiba o que deve tratar e por onde deve começar o tratamento. As sessões não são muito caras comparadas com uma terapia convencional, custando, ao menos com o musicoterapeuta que entrevistei, um valor de menos de 100 reais por sessão.

    Musicoterapia com tecnologia:

    A musicoterapia realizada de maneira virtual possui algumas dificuldades em sua realização, visto que necessita da presença de algum familiar presente com o paciente para que seja realizado a sessão, o que pode distraí-lo da sessão e o musicoterapeuta perder a atenção do indivíduo por conta da presença familiar, assim tornando muito mais complicado de ser realizado um progresso. A presença de outra pessoa junto é muito importante nas sessões online por terem algumas atividades que são totalmente práticas e necessitam que alguém, presencialmente esse alguém sendo o musicoterapeuta, que ajuda o paciente a realizar a tarefa. Dessa maneira, é recomendado, se houver uma maneira, da pessoa buscas realizar sessões presenciais.

    Existem alguns sites explicando sobre musicoterapia, e um dos que eu achei tem o contato de diversos musicoterapeutas de diferentes locais do Brasil, mas, demonstra não estar atualizado e muitos dos locais que fala que tem a presença de pessoas, ao acessar, não apresenta nenhuma pessoa, assim não carregando a página, ou repete a mesma aba de algum outro lugar dos que estão no mesmo site.

    A tecnologia, por mais que de acordo com o que foi dito anteriormente, tem fundamento para o meio da musicoterapia, visto que, em atividades que apresentem a realização de algum ritmo, como por exemplo, a realização de um pequeno jogo, estilo “Guitar Hero”, em que na tela terá um bongo e começará a descer na tela algumas bolinhas em somente 1 linha reta em direção a cada um dos tambores do bongo, assim, quando a bolinha chegar no tambor o indivíduo terá de bater nele no momento certo, isso, ocorreria enquanto um música estaria tocando, isso só funcionaria em um aparelho mobile, como um celular ou tablet. Tal prática, consegue auxiliar o paciente, porque, muitas vezes, as pessoas vão realizar sessões de musicoterapia para tratar do autismo ou outros transtornos mentais, e o trabalho rítmico e coordenação ajuda muito essas pessoas, pois tem alguns que não conseguem realizar um movimento com somente um braço de cada vez. Existem outras maneiras, mas este foi só um exemplo que eu trouxe e foi apresentado o mesmo, junto com as informações acima, pelo musicoterapeuta de Santa Cruz do Sul Eduardo Rodrigues, que apresentou diversas informações sobre a musicoterapia.

    RESULTADOS E DISCUSSÕES

    A minha pesquisa foi primeiro focada a descobrir os fundamentos e um pouco da origem da musicoterapia e depois tentar de alguma maneira aplicar de forma tecnológica e eficaz esse método. Também, teve a criação de 2 formulários, mas o primeiro não me trazia respostas que seriam úteis no desenvolvimento do meu trabalho, indo então para a criação de um segundo mais detalhado e que apresenta as respostas que eu preciso e serve para seu segundo propósito de ajudar os musicoterapeutas na criação de suas sessões.

    Primeiramente descobri que a musicoterapia ela é bem antiga, mas que só começou a ganhar maior visibilidade de sua prática a somente alguns poucos anos atrás, tanto que existem bastantes pesquisas sobre sua utilização mais específica para tratamento de problemas neurais cognitivos e sociais, mas também apresenta eficácia na redução da dor durante cirurgias ou outros tratamentos, porém parece ser uma pesquisa que ainda não possui uma explicação certa sobre como isso funciona. Além disso, eu não consegui achar muitas pesquisas que se diferenciam muito, e demorou um tempo para que eu achasse algo específico para o tratamento de problemas emocionais, o que me fez mudar o problema de meu trabalho, a fim de incluir a população com algum transtorno mental, como o TDAH ou o autismo.

    Meu projeto estava evoluindo no início, porém com a parte da aplicação do técnico no trabalho, ele se tornou mais desafiador, visto que algo como uma terapia, ser aplicada de maneira tecnológica, não apresenta ser de extrema funcionalidade ou eficácia. Nessa ótica, fui atrás de fazer um site que pudesse divulgar musicoterapeutas de SCS tanto de fora, criando assim, um local de fácil acesso entre o profissional e a pessoa que deseja ser atendida.

    O primeiro formulário possui boas perguntas, mas que precisavam ser modificadas para que se encaixassem melhor com o objetivo do projeto. Então eu reformulei todo ele, mantendo somente as perguntas básicas, como qual a idade da pessoa ou sua escolaridade, mas de resto criei e modifiquei algumas perguntas, e, além disso, criei uma seção somente as pessoas que marcaram que teria interesse em participar de uma sessão de musicoterapia após responder o formulário, em que seriam perguntas que auxiliam o musicoterapeuta a entender o que precisa ser trabalhado no início das sessões com aquela pessoa em específica ou se é necessário ele realizar certa atividade, tendo a possibilidade de já ter sido desenvolvida ou tratada em outros tratamentos terapêuticos ou medicinais.

    Logo, através das respostas que eu já recebi do formulário, percebi que a maior parcela das pessoas possui entre grande a média dificuldade de se abrir além de sofrerem com algum problema emocional, mas uma parcela dessas pessoas não é afetada por isso em seu ambiente escolar ou de trabalho. Dessas pessoas que o formulário, a maioria respondeu que precisariam de mais informações para participarem de uma sessão. Já as outras pessoas que gostariam de participar de uma sessão, todas já realizaram algum outro meio de tratamento tanto medicinal quanto terapêutico, não apresentam nenhum distúrbio do comportamento ou neurodiversidade, mas a maioria, não apresentam grande conhecimento musical, o que não é um problema, visto que muitas pessoas que realizam desse método terapêutico não possuem, de início, qualquer experiência com instrumentos musicais.

    CONCLUSÃO

    No início tinha em mente pesquisar sobre a musicoterapia de forma que eu conseguisse ajudar pessoas tanto com problemas físicos, doenças mentais ou até emocionais, mas percebi que tornar algo tão abrangente não traria benefícios as pesquisas e resultados, então fui em busca do que eu mais conseguiria colaborar, além do mais, existem muitas pesquisas sobre musicoterapia e seus benefícios principalmente para o tratamento e auxílio para pessoas com algum transtorno ou doença mental como o alzheimer ou o autismo.

    Meu projeto, não demonstra servir de grande auxílio para a população que sofre de problemas emocionais ou mentais, visto que, ele tem como principal foco, a musicoterapia online, que apresenta diversas falhas na sua elaboração, pois necessita da presença de outra pessoa durante a sessão para servir de auxílio ao musicoterapeuta na realização das atividades propostas por ele, o que geralmente, resulta na perda do foco do paciente, sendo direcionado ao parente ou pessoa que está servindo de auxiliador, dificultando em muito o tratamento, além da evolução do tratamento ocorrer de maneira bem mais lenta.

    Porém, a musicoterapia demonstra realmente auxiliar as pessoas, algo que comprova isso também, é os musicoterapeutas locais, apresentarem uma carga horária bem grande de pacientes, em que seus horários estão quase ou completamente cheios. Nesse sentido, na parte do site, focada em melhorar a comunicação entre o paciente e o musicoterapeuta, apresenta bons resultados, porque não envolve a realização de sessões de forma online e demonstra ajudar o musicoterapeuta a receber mais clientes, e as pessoas, algum local que poderá auxiliá-los a encontrar um profissional da área. Quanto a parte sobre a anamnese (diálogo estabelecido entre profissional de saúde e paciente com o objetivo de ajudá-lo a lembrar de situações e fatos que podem estar relacionados a sua doença), esse eu não possuo total conhecimento se será de grande ou pouca ajuda aos profissionais, pois eu não possuo conhecimento sobre o que é normalmente questionado aos pacientes, mas, após perguntar a um musicoterapeuta, ele falou para adicionar uma nova pergunta e não disse que havia alguma pergunta que seja de alguma forma inútil.

    Dessa forma, acho que meu projeto não é algo que seja inovador de forma alguma, mas que possui alguma utilidade, visto que até pouco tempo eu achava que só tinha 1 musicoterapeuta, mas que, na verdade, existem mais 2 que eu saiba, ou seja, mesmo eles tendo vários clientes, muitas pessoas não sabem se existem algum musicoterapeuta em sua área, entrando como resolução, por conta disso, o meu site/aplicativo.

    Apresentação do projeto

    MUSIC DOCTOR de IAGO BROILO LANGONE